ÿþ<html><head><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"><title>XIX Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste</title><link rel="STYLESHEET" type="text/css" href="css.css"></head><body leftMargin="0" topMargin="0" marginheight="0" marginwidth="0"><table width="90%" border="0" align="center" cellPadding="1" cellSpacing="1"><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td width="20%"><span class="quatro"><b>INSCRIÇÃO:</b></span></td><td width="80%">&nbsp;00141</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td><span class="quatro"><b>CATEGORIA:</b></span></td><td>&nbsp;PT</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td><span class="quatro"><b>MODALIDADE:</b></span></td><td>&nbsp;PT13</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td><span class="quatro"><b>TÍTULO:</b></span></td><td>&nbsp;Peirce, Semiótica e O Homem Duplicado: Uma análise fílmica</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td><span class="quatro"><b>AUTORES:</b></span></td><td>&nbsp;Gabriel dos Santos Pimentel (Universidade de Brasília); Ariane Gomes Lamarão (Universidade de Brasília); Carine Nascimento Fernandes (Universidade de Brasília); Jéssica Christina de Lima Barros (Universidade de Brasília); Marcelo Cavalcante Nunes (Universidade de Brasília); Ana Carolina Kalume Maranhão (Universidade de Brasília); Priscila Monteiro Borges (Universidade de Brasília)</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td><span class="quatro"><b>PALAVRAS-CHAVE:</b></span></td><td>&nbsp;Semiótica, Cinema, Análise, Charles Peirce, O Homem Duplicado</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>RESUMO</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">O presente trabalho dedica-se à produção de um vídeo que analisa o filme O Homem Duplicado, do diretor Dennis Villeneuve, de acordo com a semiótica Peirceana. Produzido por alunos do 1º semestre do Curso de Audiovisual e 4º semestre de Biblioteconomia, da Universidade de Brasília (UnB). O produto apresentado visa realizar a interpretação do filme através da análise de seus signos, objetos e interpretantes, bem como da explicação de alguns conceitos que compõem o tema. A análise foi feita com foco nos elementos apresentados na teoria desenvolvida por Charles Sanders Peirce, um filósofo americano que foi um dos principais estudiosos da área. O produto final apresenta uma introdução aos elementos da semiótica e a análise do filme através dos mesmos. Verificou-se que a aplicação da semiótica Peirceana possibilita a análise e a maior compreensão de obras cinematográficas.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>INTRODUÇÃO</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">O filme Enemy (2013), em português O Homem Duplicado, do diretor Dennis Villeneuve, é uma obra baseada no livro homônimo de José Saramago. O filme retrata a história de um homem que, ao assistir um filme, depara-se com outro homem idêntico a ele. Partindo desse ponto, inicia uma busca para encontrar seu duplo. No decorrer da trama são apresentadas várias representações simbólicas, as quais decidimos analisar através da semiótica. A semiótica, segundo Saussure, é uma ciência geral dos signos. Ocupa-se de todo o tipo de signo, desde sinais, até imagens, retratos, filmes e símbolos. Para que possa ser realizada a análise do filme de uma forma compreensível, é fundamental que antes sejam explicados os conceitos abordados na análise. Esses conceitos foram extraídos dos estudos de Peirce e da obra de Lucia Santaella sobre a aplicação da semiótica, que servem de base para o vídeo produzido pelo grupo. A produção do vídeo foi realizada com uma combinação de elementos, tais como, a introdução aos conceitos da semiótica com base nos estudos bibliográficos realizados e a correlação entre tais conceitos e signos presentes no filme. Criando uma inter-relação, de modo que o filme explique a semiótica e a semiótica explique o filme.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>OBJETIVO</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">OBJETIVO GERAL O trabalho tem como objetivo investigar uma obra cinematográfica a partir dos elementos da semiótica Peirceana, reconhecendo-os e extraindo deles o seu sentido. A partir da análise de um filme, apresentado no vídeo produzido pelos alunos, visa compreender os elementos de semiótica e a relação que o cinema possui com a área. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Explicar os diferentes tipos de signo, objeto e interpretante a partir da ótica de Charles Sanders Peirce e seus estudos na área da semiótica. - Apresentar significados que possam ser extraídos do filme a partir de uma análise semiótica ao explicitar signos que devem ser compreendidos na obra para uma compreensão mais ampla do que o diretor pretendia com o filme. - Mostrar a possibilidade de se usar a semiótica também de forma prática, para que ela possa ser compreendida e aplicada na compreensão de obras artísticas com as quais temos contato frequentemente. - Facilitar a compreensão da semiótica peirceana para estudantes do curso de Comunicação Social, abordando o assunto de forma dinâmica e em relação ao cotidiano.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>JUSTIFICATIVA</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">A escolha do foco de pesquisa voltado para observações e análises de aspectos da semiótica peirceana deu-se pela importância do referido campo de pesquisa dentro dos estudos da comunicação. Visto que, a semiótica pode e deve ser observada nas produções de materiais comunicacionais, pois, influencia diretamente o resultado final. A necessidade de realizar tal pesquisa foi influenciada ainda pelo fato da temática não ser objeto de estudo nas disciplinas curriculares obrigatórias do curso de comunicação da Universidade de Brasília. Definida a abordagem da pesquisa, análise de um objeto sob a perspectiva da semiótica peirciana, foi então decido pelo grupo o objeto a ser analisado, qual seja: uma obra cinematográfica. A decisão por uma abordagem dentro de uma produção cinematográfica teve ensejo na composição da turma que cursou a disciplina, uma vez que, essa tinha em sua corpo uma maioria de alunos com habilitação em audiovisual. O referido fato, foi de vital importância para a definição do produto final a ser produzido, produção de um vídeo que fizesse uma correlação entre a temática pesquisada e o filme em concreto. Por fim, a escolha do filme a ser analisado, O Homem Duplicado, foi determinada pela complexa estrutura de enredo, roteiro e produção  que dificultam seu entendimento pleno aliada à uma expressiva carga simbólica, que é fundamental para a compreensão completa da obra. Deste modo, o produto produzido e embasado num arcabouço teórico técnico funcionaria como ferramenta elementar de aplicação prática dos conceitos da semiótica perceiana em uma produção audiovisual. Tendo em vista que, qualquer elemento existente pode funcionar como um signo. Levando tal premissa em consideração, constata-se que podemos realizar análises semióticas de obras cinematográficas em diversos níveis. Sabendo que o próprio filme é, em si, signo e objeto. Frisamos ainda que os elementos que o compõem também podem funcionar como tais. Sendo que esse conjunto de signos e objetos causam, na mente do espectador, impressões que a semiótica define como sendo um interpretante.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">Foram combinados dois métodos de análise, a análise poética e a análise semiótica, sendo a primeira sugerida por Wilson Gomes em seu artigo La poética del cine y la cuestión del método en el análisis fílmico e a segunda por Lucia Santaella em seu livro Semiótica Aplicada. Frequentemente falta, na análise fílmica, uma metodologia. Qualquer texto que fale sobre filme muitas vezes é considerado uma análise, mesmo que nenhum método específico tenha sido empregado, e o analista tenha se baseado naquilo que pôde e quis perceber na obra. A análise fílmica muitas vezes é submetida à subjetividade do analista. A análise poética foi utilizada para orientar o olhar e o discurso sobre a obra escolhida, pressupõe a seguinte metodologia: em primeiro lugar, listar recursos e meios presentes no filme, identificando as sensações/sentimentos que a obra é capaz de produzir no momento em que é assistida. Assim, esse método ajudaria a compreender o porquê e como o espectador reage diante de um signo em um filme. O filme, de acordo com essa análise, deve ser apreciado como obra, uma peça artística, devemos observar o que está na experiência, deixando os processos de produção da obra como secundários. A análise se dá pelo reconhecimento dos efeitos operados, como e onde são produzidos. O objetivo é isolar as sensações, sentimentos e sentidos aos quais o espectador foi submetido durante a apreciação da obra. O primeiro passo é, portanto, identificar tudo aquilo que compõe a experiência fílmica  sensações, sentimentos e sentidos que o filme produz. Posteriormente, em um segundo passo, deve ser feito o percurso inverso, ou seja, tentar chegar à estratégia que levou à construção desses efeitos, remontando-os. Escolhe-se uma sensação ou sentimento produzido na obra e, a partir deste, procura-se remontar a estratégia que os produtores da obra utilizaram para que tal efeito fosse sentido pelo espectador. Nesse passo, o objetivo é entender os mecanismos cinematográficos que são capazes de gerar os mais diversos tipos de sentimentos. Na análise semiótica é necessário, primeiramente, entender os conceitos teóricos da semiótica peirceana. A partir disso, compreendemos a necessidade de dirigir três tipos de olhares sobre os signos, correspondentes às características da primeiridade, da secundidade e da terceiridade. A partir de então é possível contemplar e buscar perceber o que se quer ler semioticamente. Em primeiro lugar, é necessário que o espectador se coloque disponível para aquilo que é apresentado aos seus sentidos, é preciso abrir o espírito e estar sensível aos fenômenos. Para isso, é preciso não ter controle sobre a percepção. Dessa forma, é possível reduzir a velocidade da interpretação, que costuma ser, no cotidiano, imediata, e aumentar nossa sensibilidade para os signos. Nesse primeiro estágio contemplativo, o signo deve ser entendido como uma possibilidade qualitativa, um quali-signo, que não deve ser submetido a interpretações apressadas. Em um segundo passo, o signo deve ser submetido a um olhar observacional  é necessário percebê-lo como fenômeno, saber reconhecer o limite entre o signo e seu contexto, a parte do todo. Busca-se entender a singularidade do signo, sua dimensão como sin-signo. Nesse estágio se busca observar as características existenciais do signo como fenômeno único, individual, e entender o contexto em que ele se encontra. No terceiro passo, o que deve ser feito é uma generalização, conseguir retirar do particular o geral. A partir da análise de um signo singular, de um sin-signo, deve-se procurar o que ele tem em comum com todos aqueles que fazem parte de sua classe geral. Isso é realizado dirigindo a atenção para as leis, as regularidades do fenômeno, que o enquadram dentro de uma classe de fenômenos maior. Nesse estágio o que se busca é o legi-signo. Os fundamentos dos signos, de qualidade, singularidade e de lei são três aspectos que as coisas possuem e que permite que elas funcionem como signos. Buscando essas propriedades nos fenômenos podemos entender o caráter de signo que possuem. Nesse estágio ainda não se busca analisar a relação com o objeto nem com o interpretante. Depois da análise do fundamento, o passo necessário é o de análise do objeto do signo. O primeiro objeto que deve ser analisado é o objeto imediato e também através de três olhares  o primeiro olhar deve buscar o aspecto qualitativo, analisando o poder de sugestão, evocação e associação contido na aparência do signo. O segundo tipo de olhar busca o aspecto existente de um signo, o objeto imediato neste caso é a materialidade do signo, sua existência. O terceiro tipo de olhar é o que se dedica a analisar a propriedade de lei do signo. O objeto imediato, neste caso, é o recorte que esse fez do objeto dinâmico. O objeto dinâmico é a forma como o signo se reporta àquilo que ele busca representar. E ele pode fazer isso através de três modos: o icônico, o indicial e o simbólico. Para encontrar esse objeto, é necessário examinar tanto o objeto imediato, quanto o fundamento do signo. O signo será um ícone quando ele tiver algum grau de semelhança com o objeto que ele representa. Para encontrar um ícone, é necessário estar atento ao poder de sugestão do quali-signo. O índice pode ser percebido através da análise de para onde o sin-signo aponta. Ele se expressa por meio de vestígios e traços, são fenômenos existentes. O simbólico tem como base os legi-signos. Podemos percebe-los nas convenções culturais, são símbolos que representam costumes, valores coletivos, padrões estéticos. Por último, a análise semiótica pressupõe, também, o exame do processo interpretativo do signo. Os aspectos do signo citados anteriormente são essenciais para a sua interpretação. Os interpretamos o tempo todo sem perceber, mas ao analisá-los precisamos explicitar esse processo. Não devemos, nesse estágio, impor sobre o signo uma interpretação já pronta. O interpretante, ou seja, o efeito que o signo causa em um intérprete, também possui três níveis que uma análise deve dar conta: o interpretante imediato, dinâmico e o final. Na análise de uma obra audiovisual, o interpretante dinâmico é o que mais se faz necessário analisar, porque diz respeito ao efeito que um signo pode causar em uma mente interpretadora singular. Ao analisarmos o interpretante dinâmico buscamos entender o que os signos do filme produzem em um intérprete  os níveis interpretativos podem ser de três tipos: emocionais, ou seja, o signo produz uma emoção em nós; energéticos, quando o signo nos impulsiona a uma ação física ou mental e lógicos, quando o signo busca produzir cognição.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr> <td colspan="2"><span class="quatro"><b>DESCRIÇÃO DO PRODUTO OU PROCESSO</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2" align="justify">SELEÇÃO E ANÁLISE DA BIBLIOGRAFIA Definida a linha de pesquisa, foi decidida como forma de aplicação a análise de uma obra audiovisual. A partir daí os integrantes reuniram material bibliográfico que tratasse dos estudos da semiótica de Charles Peirce, para entender os elementos que a compõem. Foram analisadas várias obras que norteassem a aplicação da semiótica Peirceana. O livro Semiótica Aplicada, de Lúcia Santaella, foi selecionado como principal fonte de estudo por tratar da aplicação da semiótica em diversos tipos de produtos, dentre eles os vídeos e as obras cinematográficas. ANÁLISE DO FILME Após o estudo dos conceitos de semiótica, todos os integrantes assistiram ao filme selecionado com o intuito de identificar elementos pontuais que caracterizassem a semiótica. Tais elementos foram divididos de acordo com os conceitos da tríade Peirceana: signo, objeto e interpretante. Foram elaboradas explicações que relacionassem estes conceitos aos respectivos elementos. Foi utilizada a metodologia proposta para a análise fílmica e semiótica, de acordo com os processos por elas sugeridos. PRODUÇÃO DO VÍDEO O grupo reuniu-se para definir de qual forma seria feita a montagem do vídeo. De forma consensual, foi decidido que seria feita a análise de cenas do filme, em conjunto com uma explicação sobre os elementos nela apresentados. Dessa maneira, procedeu-se à escrita do roteiro, que definiu como seriam as explicações e as cenas que seriam apresentadas. A montagem do roteiro foi feita com base nos estudos realizados pelo grupo. Foi definida a ordem dos conceitos a serem apresentados, de forma a facilitar a compreensão do estudo da semiótico pelo intérprete. Posteriormente foram definidas as cenas a serem utilizadas, dentre as pré-selecionadas, para criar uma relação entre teoria e prática. Para a montagem do vídeo, o grupo decidiu utilizar cenas do filme que correspondessem aos conceitos que estavam sendo explicados. A edição do vídeo foi realizada através do software Adobe Premiere CC. A narração foi feita por uma integrante do grupo e a gravação dos áudios foi utilizada como base para a temporização das cenas selecionadas. Desta forma, o grupo participou de todo o planejamento e execução da produção do vídeo.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>CONSIDERAÇÕES</b></span></td></tr><tr width="90%"> <td colspan="2" align="justify">A produção do vídeo demonstra como a semiótica pode ser aplicada às diversas coisas que nos cercam: filmes, músicas, livros, acontecimentos, móveis, cores, cheiros, dentre outras coisas que possam ser captadas por nossos sentidos e causem algum tipo de reação em nossas mentes. Com o filme, buscou-se esquematizar a análise que podemos fazer desse processo, desde seu início, com os potenciais sentidos que podem ser extraídos de diversos fatos ou objetos diferentes, até uma certa conclusão, com a interpretação desses sentidos pelo espectador, e as reações que essa interpretação pode causar. Conclusão essa que é apenas uma parte do potencial infinito de significados que o processo de análise do signo pode atingir. A comprovação dessa presença universal dos elementos da semiótica foi alcançada no vídeo produzido. Foram analisados diversos itens, como fatos que ocorrem dentro do filme, as cores, a trilha sonora, as pessoas, as fotografias, o livro que deu origem ao filme e até mesmo o próprio filme em si. Em todos eles foram identificados os elementos básicos da semiótica Peirceana. Como resultado, provou-se que é possível analisar o processo de construção e funcionamento do signo de acordo com os métodos propostos por Lucia Santaella, de abrir os sentidos para absorver, identificar e estudar os diferentes modos que o signo pode assumir. Permitindo, dessa forma, a compreensão de diversas obras, incluindo as de alta complexidade.</td></tr><tr><td colspan="2">&nbsp;</td></tr><tr><td colspan="2"><span class="quatro"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁICAS</b></span></td></tr><tr width="90%"><td colspan="2">BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. São Paulo: Cultrix, 2012. 127p.<br><br>GOMES, Wilson, La poética del cine y la cuestión del metodo en el análisis fílmico. Curitiba: Revista Significação (UTP), 2004, v. 21, n. 1, p. 85-106.<br><br>PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 2005. 337p. (Coleção Estudos ; 46)<br><br>SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 186p.<br><br>VILLENEUVE, Denis; FAURA, M. A.; FICHMAN, Niv. Enemy. Direção de Denis Vil-leneuve; produção de Miguel A. Faura e Niv Fichman. Toronto, Pathé International, 2013. 1 DVD, 91 min. color. son.<br><br> </td></tr></table></body></html>